June 24, 2001 at 7:33 am
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Um incêndio deflagrou a 23 de Julho pelas 08:55 numa enfermaria de isolamento do Hospital de Santa Maria Maior em Barcelos, alastrando pelo quarto piso provocando a morte do único ocupante, de 42 anos, disse fonte dos bombeiros.
As causas do incêndio são ainda desconhecidas mas tudo aponta para a possibilidade de se tratar de um cigarro mal apagado.
O incêndio foi combatido pelas duas corporações de bombeiros da cidade, que se deslocaram para o local e controlaram o fogo em poucos minutos.
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June 19, 2001 at 10:57 am
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A indústria farmacêutica europeia congratulou-se pelo acordo amistoso que pôs termo ao litígio entre o governo sul-africano e 39 multinacionais, sobre o eventual fabrico de medicamentos mais baratos contra a SIDA.
A Federação Europeia das Associações e Indústrias Farmacêuticas diz estar comprometida com a busca de soluções efectivas e sustentáveis para fazer frente à crise do HIV/SIDA na África do Sul a preços mais baixos.
As 39 multinacionais farmacêuticas, que entraram em litígio com o governo de Pretória por causa dos seus planos tendo em vista o fabrico a baixo custo de medicamentos contra a SIDA, anunciaram hoje que retiravam a queixa do tribunal.
A decisão deixou a via livre para que milhões de sul-africanos infectados com a doença, e impedidos de receber tratamento devido ao alto custo, possam num futuro próximo ter pela primeira vez acesso a tais fármacos.
Fonte: Lusa
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June 4, 2001 at 11:46 am
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Em 2005 poderá haver mais de 100 milhões de crianças a trabalhar em África, um continente onde o tráfico de menores é comum, apontou a Organização Mundial do Trabalho numa Cimeira em Dakar, Senegal, organizada pela cruz Vermelha.
Esta previsão representa uma preocupação para os responsáveis da CICV, que prevêem propor na declaração final várias “recomendações e acções concretas” para erradicar, ou pelo menos minimizar o tráfico de crianças e a exploração infantil, motivados principalmente pela pobreza do continente.
O secretário-geral da Cruz Vermelha do Benim, Gabriel Achade, apresentou o recente caso do navio nigeriano “Etireno” como “típico” no seu país, onde por cerca de 2 500 escudos os pais “entregam” os filhos a desconhecidos sob promessa de que as crianças receberão melhor educação noutros países.
Os menores são depois vendidos como escravos por cerca de 50 contos a empresários de países do Golfo da Guiné, para realizarem trabalhos de adultos em campos agrícolas em troca de um salário miserável, na melhor das hipóteses.
As meninas são vendidas por valor mais elevado, ajudam nos trabalhos domésticos e na maioria são vítimas de abusos sexuais ou forçadas a trabalhar na prostituição.
Fonte: Lusa
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